Nike confirma 3ª Corrida SP-Rio

A maior prova de revezamento das Américas, que vai de São Paulo ao Rio de Janeiro cobrindo 600km.

Continua sendo realizado em 3 dias, de 20 a 22 de Outubro, mas este ano conta com algumas novidades, a principal inovação foi a divisão entre dois desafios, um chamado de Ultra Desafio, fará com que cada atleta corra em média 42km por dia. Podem participar atletas de todo o País, via seletiva Nike +. Ao todo serão sete equipes de oito atletas não federados e sem limite de idade. Para participar, os homens devem ter pace (ritmo por quilômetro) entre 3’30” e 4’30”; e as mulheres entre 3’40” a 5’.

A outra novidade é o Desafio #COISADABOA uma competição a parte só para atletas com menos de 25 anos, eles formarão 13 equipes de 13 integrantes cada, correrão em média 15km por dia, mas no fim de cada dia de prova, a galera vai se surpreender com a energia e as celebrações nos Nike Villages, em Maresias (SP) e Angra dos Reis (RJ), com muita música e vibração. Eles estão sendo recrutados nas assessorias esportivas parceiras, nas universidades, nos treinos #COISADABOA e via seletivas Nike +.

A previsão é que as equipes terminem a prova entre 17h e 19h30 na Praia de Ipanema.

Fonte: Nikemedia Brasil

É sempre interessante que o jovem tenha algo voltado à ele, de acordo com sua linguagem e expectativas, vejo com bons olhos essa iniciativa da Nike, que sem dúvida, saiu na frente abrindo larga vantagem com relação à concorrência. Enzo Amato.

Provas de Cross Triathlon , ou Triathlon Off Road são sim uma boa!

Leia o relato de como foi a primeira prova de triathlon fora de estrada do Otavio e Witney.

Por Otavio Lazzuri.

Ontem fiz minha primeira competição nesses moldes, foi no 3XTERRA que aconteceu no Hotel Fazenda Duas Marias, em Jaguariuna – SP. A primeira impressão do local foi ótima, um belo Hotel Fazenda, com um lago muito limpo, um bom lugar para transição, bom café da manhã, banheiros e vestiários limpos. Tudo muito bom!

Saímos Witney e eu às 04-40 da manhã, rumo a Jaguariuna. Chegamos cedo, por volta de 7-00h. O local ainda estava vazio e logo pensamos: Será que vem muita gente na nossa categoria?? Vamos levar um troféu pra casa!

Grande engano, o tempo foi passando e os competidores foram chegando, quando vimos todo mundo, logo o objetivo mudou “um pouco” e passou a ser, não chegar em último, pois ali de bobo mesmo, só nós dois. Lá encontramos com dois amigos do Witney que fazem esse tipo de prova há tempos, e nos deram dicas valiosas, encontramos também o atleta infinito Kubiak.

Muitos Ironmans, muitos atletas de XTERRA, com suas super bikes e histórias de outras provas. E nós com meros 30km rodados com os “tratores” na terra, completamente iniciantes. Não sabíamos nem quantas libras colocar nos pneus.

Pegamos o Chip e a camiseta do kit (manga longa, de qualidade média). E fomos pra água.

Pisada na bola da organização, atrasou a largada em 25 minutos para esperar uma equipe que teve um percalço no caminho, mas nada que atrapalhasse, ficamos na água batendo papo com amigos e outros atletas, sempre com ótimas histórias.

Dada a largada, saímos para uma natação tranqüila até a primeira bóia, onde o pessoal se espremeu muito, gerando algumas trombadas coletivas. O percurso deveria ter pouco mais de 750mts. Incrivelmente saímos os 4 juntos da água: eu, Witney, Lucas e Adriano, os dois amigos citados lá em cima.

O Lucas, por ter nadado sem roupa de borracha saiu na frente e logo se distanciou, e com seu pedal forte, colocou mais de 10 minutos em nos três nessa modalidade. Saí na cola do Adriano e o Witney vinha logo atrás. Após a primeira descida na estrada de chão e muita pedra solta, uma curva brusca para a esquerda e a inexperiência me pegou, errei a marcha e: CHÃO! O Adriano já me deixou pra trás ali mesmo.

Fiquei mais esperto nas tomadas de curva, havia muita pedra solta, nas poucas partes planas tentava fazer bastante força, aumentando a velocidade, mas logo vinham as subidas e muita areia (areião) fofa, mas muita mesmo. Em um determinado ponto, havia um atleta na minha frente, estávamos subindo na marcha mais leve possível, no topo da subida eu o vi saltando da bike e correndo com ela nas costas, muita areia, não dava pra pedalar e fiz o mesmo.

Foram duas voltas de 11km, com muita subida, descida, pedras soltas e areia fofa, muito calor e pra ajudar um vento bastante forte (se fosse prova de estrada iríamos sofrer demais com o vento!!!)

Achei ótimo que foram duas voltas, pois na segunda consegui fazer 3 minutos mais rápido, já sabia o que me esperava depois de cada curva em descida e consegui desenvolver mais.

A corrida foi tranqüila: 5,6km sem muita dificuldade, apenas duas subidas mais fortes, uma de uns 600mts e uma de 900mts.

Tempos não oficiais:

Natação –     15’-30’’

Bike  –       1-15’-00

Corrida  -      23’-50’’

Total com transições: 1h58m00

Notas: A bike faz toda a diferença nesse tipo de prova, diferente do ciclismo de estrada onde a “pilotagem” não conta quase nada, apenas técnica de pedalada e força; no MTB a pilotagem conta e muito, tem que aliar a técnica de pedalada, técnica de pilotagem e força, muita força!

Opinião: vale muito a pena esse tipo de prova, a organização foi muito boa para uma prova de pequeno porte, excelente nível de atletas, ótimo custo-benefício e lugar apropriado para a realização desse tipo de evento.

Agora é treinar muito para o XTERRA Ilha Bela, considerado por muitos ali, como a prova com mais alto grau de dificuldade no circuito de Triathlon Off Road do país.

Pra onde vão as bikes roubadas????

Tenho escutado muito a respeito de roubos de bicicletas de triathlon. E muito provavelmente não é só impressão, o valor do seguro contra roubo simplesmente dobrou e o valor da franquia subiu 40%. Aliás não é de hoje, sempre ouvi sobre casos de roubos a bicicletas, desde quando era adolescente, anos 90, época em que as mountain bikes, ainda novas no mercado, eram bastante visadas, já no triathlon o primeiro caso que me vem a cabeça foi quando pouco antes do Pan de Winnipeg, em 99, a atleta brasileira Carla Moreno teve sua bike roubada, mas talvez por ser uma bike muito diferenciada para a época, ainda com o triathlon muito pouco difundido aqui no Brasil, aliado a repercussão que houve na mídia, ela conseguiu recuperá-la ainda antes de competir, mas agora com o triathlon tendo mais adeptos a cada ano e o valor das magrelas cada vez maior, me pergunto, onde vão parar as que são roubadas?

Por mais que eu diga que o número de adeptos vem aumentando, o triathlon ainda é muito pouco praticado, com apenas algumas provas por ano e pouquíssimos lugares para se pedalar, é comum você conhecer as pessoas que praticam no mesmo local que você, conversar com várias delas etc… Por isso pergunto outra vez, pra onde vão as bikes roubadas? Quem as compra? Será que são desmontadas? Será que lojas pequenas de bairro tem mercado para revender essa mercadoria? Você conhece alguém que já tenha comprado uma nessas feiras de rolo?

As pessoas que conheço ora compram suas bikes no exterior, ora em lojas aqui no Brasil e também de conhecidos, que vendem as usadas para comprar outra nova. Nunca ouvi alguém falar que comprou uma pela metade do valor, lógico que boas oportunidades aparecem, mas é exceção. Também nunca vi um atleta encontrar sua própria bike com outro atleta durante uma prova.

São bicicletas caras, e mesmo que sejam vendidas pela metade do valor, ainda assim é muito dinheiro, e não dá para imaginar que exista mercado negro para essa mercadoria. Por isso preciso perguntar outra vez, pra onde vão as bikes roubadas??? Será que elas vão para o Paraguai ou Bolívia como os carros, será que estão na periferia?

Se você tem alguma ideia, teoria, dado, ou mesmo a resposta, me escreva, quero realmente saber.

Não deixe de pedalar por causa disso, pense em alternativas para continuar fazendo seu esporte e não deixe de compartilhar sua dica e experiência com a gente.

Você deveria alongar antes do exercício?

Infelizmente não há nenhuma resposta simples para essa pergunta. O que podemos dizer é que não há nenhuma evidência científica sólida de que o alongamento, principalmente aquele realizado um pouco antes do exercício, tenha benefícios. Mas também podemos dizer que não há nenhuma evidência sólida de que o alongamento vá causar danos. Além disso, há uma longa tradição médica e de técnicos que recomendam o alongamento antes do exercício, que não deve ser ignorado. Portanto, os atletas que querem evitar a lesão podem ou não beneficiar-se do alongamento como componente chave do aquecimento antes do exercício.

Um fator que claramente diminui o risco de lesão é manter uma boa condição cardiovascular (aeróbica). A prática mais valiosa do aquecimento inclui atividades como corrida leve, natação, ciclismo, drills específicos, salto, drills de tiro ao alvo, etc. Esse tipo de aquecimento fará com que você esteja pronto para jogar ou praticar com menor risco de distender um músculo ou apresentar outra lesão.

A DECISÃO É SUA!

Você deve incorporar o alongamento na sua rotina padrão de aquecimento? Lógico, se praticar algum esporte no qual a flexibilidade é uma vantagem, como ginástica, corrida com barreira, mergulho, dança, é preciso garantir uma excelente amplitude de movimento ao redor de suas articulações. Particularmente, se você souber que não é flexível, considere incluir o alongamento desde que integrado a um programa que também inclua a atividade aeróbica como parte do aquecimento. Na verdade, o alongamento deve ser sempre feito após um período de exercícios aeróbicos quando seus músculos já estiverem aquecidos, pois é mais fácil alongá-los e o efeito do alongamento durará mais que quando alongados sem estarem aquecidos. Se você já tiver excelente flexibilidade, seria melhor usar seu tempo antes do exercício aumentando as atividades aeróbicas ou específicas daquele esporte em seus procedimentos de aquecimento.

Mais que o alongamento antes do exercício, pense em fazer o alongamento após o exercício ou em casa, fora do contexto esportivo ou fora do ambiente de treino. A ciência indica que é mais provável que você se beneficie com este tipo de alongamento realizado regularmente, talvez 3-5 dias por semana.

Se você pratica um esporte que exija saltos, levantamentos, arremessos ou outros tipos de força de explosão, saiba que o alongamento um pouco antes do exercício pode causar uma redução temporária na força e provavelmente deve ser evitado antes da competição. Portanto, se você sentir que o alongamento ajuda o seu desempenho esportivo global, considere a implementação do seu programa de alongamento após e não antes de seu evento.

Dicas de Alongamento

·         Se você optar por fazer o alongamento, aqueça seus músculos primeiramente com atividades aeróbicas tais como jogging, natação, ciclismo e calistênicos. Músculos aquecidos podem ser mais facilmente alongados, com menor probabilidade de apresentarem uma lesão. Muitos especialistas recomendam o alongamento depois da prática esportiva e não antes.

·         Alongamentos lentos mantidos por 15 a 30s e repetidos por até três vezes em cada grupo muscular oferece tanto benefício quanto qualquer outro esquema de alongamento. Se tiver um parceiro para ajudá-lo com o alongamento, tenha cuidado para que esse não o empurre com muita força, causando uma lesão relacionada ao alongamento. Evite alongamentos balísticos ou de movimentos repetitivos que podem causar lesões musculares.

·         Como estudos científicos não provam claramente que há benefícios com o alongamento, procure seguir diferentes rotinas de aquecimento para determinar qual delas lhe deixa mais bem preparado para participar de treinos e competições.

·         Antes de voltar a participar de treinos ou competições muito fortes após uma lesão, consulte seu treinador, um personal trainer, um médico especialista em medicina esportiva ou um técnico com bastante conhecimento para garantir que você tenha força adequada no membro(s) que sofreu uma lesão. É particularmente importante ter força na fase excêntrica de movimentos (por exemplo, abaixar um peso, descer escadas, pular de pontos altos, etc). Também é importante que você tenha força normal de seus músculos do tronco e abdominais (força central) e ter recuperado sua sensação normal de equilíbrio e agilidade. Esses fatores claramente diminuem o risco de apresentar nova lesão.

http://www.gssi.com.br

Fonte:GSSI (Gatorade Sports Science Institute) Brasil 24/8/2011

O que o treinamento intervalado de alta intensidade pode fazer por você?

Autor: Martin J. Gibala

O TREINAMENTO INTERVALADO normalmente se refere a sessões de exercício intermitentes, relativamente breves, nas quais se combinam intervalos curtos de exercício de alta intensidade com períodos mais longos de recuperação. Dependendo do nível de execução, um único exercício pode durar de poucos segundos até vários minutos, separados por alguns minutos de descanso ou exercícios de baixa intensidade.

Muitas vezes o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) é considerado algo exclusivo para atletas de elite. No entanto, os conceitos básicos de alternância de períodos de alta e baixa intensidade podem ser aplicados a praticamente qualquer nível de condicionamento físico inicial. Além disso, o treinamento intervalado costuma se basear no esforço subjetivo e não requer que se exercite a uma frequência cardíaca ou velocidade de corrida específica. Portanto, enquanto os intervalos podem representar corridas de velocidade que exigem o máximo de esforço para indivíduos que estão em excelente forma física, esses mesmos intervalos também podem não passar de uma caminhada vigorosa para outros.

Benefícios

  • Os intervalos de alta intensidade são um potente estímulo de treinamento. Embora o volume de trabalho seja pequeno, algumas breves sessões de intervalos podem produzir adaptações semelhantes àquelas relacionadas com períodos de exercícios contínuos mais prolongados e de intensidade moderada.
  • Basta fazer intervalos dia sim dia não, o que na prática significa mais dias livres. Essa é uma boa notícia para quem tem pouco tempo.
  • O tempo voa! Você não só será capaz de reduzir a duração do treinamento, como também o tipo de exercício que realiza acabará se compactando devido aos períodos alternados de intensidade.

Limitações

  • Desconforto. Os treinamentos intervalados são muito extenuantes. Não é de se surpreender que suas pernas fiquem bambas no final do trabalho. Ainda que não seja necessário exercitar-se com intensidade total para observar resultados, você terá de sair da sua “zona de conforto” se quiser obter os benefícios desse treinamento.
  • Será preciso fazer uma sessão de aquecimento mais prolongada caso você planeje incluir corridas de velocidade em sua sessão de treinamento intervalado. As corridas explosivas aumentam o risco de lesões em comparação com as atividades que não requerem sustentação de seu peso corporal, como o ciclismo ou a natação. Caso você corra em seus intervalos, procure fazê-lo em uma subida.
  • Certifique-se de reduzir de modo considerável a intensidade do exercício durante os períodos de recuperação entre os intervalos. A maioria das pessoas realiza os intervalos de forma incorreta e não se permitem uma recuperação suficiente. Se não se recuperar adequadamente, você não será capaz de exercitar-se intensamente durante os intervalos.

Antes de retomar treinos ou competições extenuantes após lesões, não deixe de consultar um profissional qualificado – um médico esportivo, um personal trainer ou um técnico competente – para ter certeza de que o membro que havia sido lesado já esteja com a força adequada.

A ciência que respalda os treinamentos intervalados também ajuda a dar um fim a mitos como o da “zona de queima de gorduras” ou dos “30 minutos de exercício necessários para que o corpo comece a queimar gorduras”. Os descrentes costumam subestimar o potencial para a perda de gorduras do exercício de alta intensidade pelo simples fato de os intervalos serem relativamente curtos. Porém, ainda assim, o gasto de energia permanece elevado durante os períodos de recuperação entre os intervalos de exercício, mesmo que a intensidade do exercício reduza drasticamente. Para comprovar esse ponto, um estudo recente demonstrou que apenas sete sessões de treinamento intervalado de alta intensidade durante duas semanas incrementam a queima de gorduras durante o exercício em mais de 30%.

Assim como para qualquer tipo de exercício com o qual não se está acostumado, você deve consultar um médico antes de começar um treinamento intervalado. Isso não significa que “exercício de alta intensidade” é sinônimo de “ataque cardíaco à espreita”. Na verdade, abordagens recentes vêm empregando estratégias de treinamentos intervalados de alta intensidade com pacientes que apresentam enfermidades cardíacas, com melhores resultados tanto no condicionamento físico como na saúde geral em comparação com o treinamento de endurance tradicional.

Exemplos de treinos

Este é um programa de treinamentos para um principiante absoluto (alguém que possa caminhar durante 30 minutos a 5,5 km/h):

  • Aquecimento: 5 minutos de caminhada a 5,5 km/h.
  • Aumente a velocidade e caminhe a 6,5 km/h durante 60 segundos
  • Diminua a velocidade e passe a 5 km/h durante 75 segundos
  • Repita os passos 2 e 3 mais cinco vezes.
  • Termine com 5 minutos de caminhada a um passo confortável para desaquecer.

Este é um exemplo de um treinamento mais avançado para quem já está habituado a realizar exercícios relativamente intensos.

  • Aquecimento: 5 minutos de corrida ou pedalagem leves.
  • Corra ou pedale durante 60 segundos a cerca de 80-90% de seu esforço máximo. (Considere que 100% é equivalente à velocidade com a qual você correria para salvar sua vida ou a cadência e carga mais altas com que seja possível pedalar.)
  • Reduza todo seu esforço a 30% durante 75 segundos (certifique-se de reduzir a intensidade a um passo mais lento).
  • Repita os passos 2 e 3 mais cinco vezes.
  • Termine com 5 minutos a 30% do seu esforço máximo para desaquecer.

À medida que for adquirindo experiência, você pode aumentar a intensidade dos intervalos de exercício. Também é possível empregar diferentes modalidades de exercício para fazer intervalos. Se você gosta de treinar ao ar livre, pode realizar corridas de velocidade em uma subida ou correr dentro de uma piscina com a água à altura da cintura. Se você frequenta uma academia, pode escolher entre a esteira, o cross trainer, a bicicleta ergométrica e, inclusive, o aparelho de remo seco. Tudo se resume a conseguir aumentar a carga de trabalho por um período de tempo curto e logo ser capaz de reduzi-la.

COMENTÁRIO

É pouco provável que o treinamento intervalado de alta intensidade produza todos os benefícios geralmente atribuídos ao treinamento de endurance tradicional. A melhor forma de alcançar o condicionamento físico é empregar uma estratégia variada que alie sessões de força, endurance e velocidade a exercícios de flexibilidade, acompanhados de uma ótima alimentação. Contudo, para aqueles que não dispõem de muito tempo, os intervalos de alta intensidade são uma maneira extremamente eficiente de treinar. Mesmo para quem tem tempo, agregar uma sessão de intervalos ao programa de treinamento atual proporcionará novas e diversas adaptações. Partindo do princípio de que você está capacitado e disposto – tanto física como mentalmente – a lidar com os eventuais desconfortos do treinamento intervalado de alta intensidade, o importante é que você provavelmente conseguirá se sair bem com um volume menor de treinamentos e menos tempo de exercício total.

Texto e artigo científico na íntegra. Clique aqui.

IRONMAN 70.3 – Wiesbaden (Alemanha) – Campeonato Europeu. Muita história pra contar…

Por Marcio Bernardo

Vou começar meu relato a partir de um passado bem recente. Em 2009 quando fiz a inscrição para o IRONMAN Brasil, decidi que faria 3 provas importantes no ano de 2010, o Internacional de Santos (distância olímpica) em fevereiro, o Ironman em maio e um 70.3 no segundo semestre, em algum lugar do mundo (foi escolhido Cancun que ocorreu em setembro e depois já aproveitei pra curtir as férias). Ano perfeito! Tudo ocorreu dentro do planejado! Sendo assim, porque não repetir a dose em 2011? Ótima idéia! Só faltava fazer o olímpico, o Iron e escolher um 70.3 novamente… Coisa fácil… Rs! Santos foi feito e com excelente tempo, 2:11, o IM também, 10:55! E agora, qual 70.3? Ó duvida cruel! Após olhar o calendário mais de “1000″ vezes, acabei optando por Wiesbaden, na Alemanha, pois além de não conhecer o país tinha outro motivo envolvido, visitar a matriz da Volkswagen em Wolfsburg, empresa que trabalho há quase 14 anos. Ok, decidido, inscrição feita, passagem comprada e hotel reservado!

Só um detalhe, tudo isso sendo sempre feito ao lado da minha esposa, companheira, parceira e tudo mais que existe de bom, Cinthia e, desde abril ao lado do Davi, nosso filho que deve chegar em Janeiro!

Apenas alguns dias para a prova e o bicho pegando na VW! Acabei perdendo 2 ou 3 treinos! Mas ok, os principais já haviam sido feitos, inclusive duas semanas antes, 80 kms de Bike na Estrada velha de Santos, a Serrinha, pra média de 37 km/h com muito vento, e a meia maratona de São Bernardo (prova dura com muitas subidas) pra 1:34! Confiança adquirida!

Semana da prova, que correria! (Inclusive com direito ao clipe da bike quebrado). Arrumação das coisas, muito trabalho mas finalmente chegou o dia do embarque, Quinta feira! UFA… Trânsito normal, feito o check in no fim da tarde e 11 horas de vôo tranquilo.

Sexta feira de manha, chegada a Frankfurt! A partir da imigração já deu pra perceber o quanto os alemães são organizados nas coisas que fazem! Nada de fila e apenas perguntas básicas. Tudo certo com o carro alugado e seguimos caminho pro hotel, que ficava em Wiesbaden!

Tarde livre! Retirada do kit na própria cidade de Wiesbaden (número 1000 de 2400 inscritos) visita à feira (que estava excelente, com praticamente todos os fabricantes de materiais esportivos pra Triathlon) e na loja oficial IM! Isso sim é uma loja de verdade (o Galvão, organizador do IM Brasil, tem q aprender muito) tudo o que se pode imaginar, tudo mesmo, toalha, mochila, camiseta, chaveiro, boné, moletom etc!

No início da noite, que mais parece dia pois escurece só depois das nove, Bike montada e treininho básico de 30 minutos só pra soltar os músculos, depois, jantar de massas sem miséria com direito a acompanhante, que não paga, e finalmente, sono.

Sábado de manhã, da cidade de Wiesbaden para Raunhein (mais ou menos 20 kms) para o check in dos equipamentos! A largada não é no mesmo local de chegada! Mais uma vez me impressionou a organização geral, não vou entrar em detalhes mas a logística dos caras é impressionante! Ah, só um ponto, fiz tudo isso de carro mas estão disponíveis ônibus da organização, bem como, transporte público “free” indo e voltando para as duas cidades!

Sábado fim de tarde, retorno ao hotel, check dos últimos detalhes, jantar e sono!

Domingo, dia da prova! O relógio estava pronto pra despertar as 4:40, 3 horas antes da largada mas nem precisou de despertador, as 4 eu já estava ligado pois foi difícil dormir legal devido ao fuso com diferença de 5 horas! Café da manhã tomado e roupa colocada, vamos embora, TÔ NA PROVA! A madrugada não era das melhores, frio e garoa. E quem falou que o GPS achava o sinal? Seguimos por 2 kms atrás do ônibus da organização, mas logo tudo voltou ao normal, inclusive o tempo, que abriu.

Cheguei ao local da largada com quase 2 horas de antecedência, estacionei o carro e caminhei para o lago! Essa distância era considerável, 20 minutos andando, mas não podia reclamar, afinal de contas, até mesmo o estacionamento era oficial da prova! Último check na Bike e fui pra largada! Ainda deu tempo de ver os profissionais, relaxar um pouco, colocar a roupa de borracha com calma e aguardar pelo horário da minha categoria.

Chegou a hora, 7:45! Agradeci imensamente a Deus por me dar, acima de tudo, muita saúde e por estar me proporcionando aquele momento tão mágico! Aproveitei para pedir proteção do começo ao fim da prova!

Foi dado o tiro. Começou a natação! Eu sabia que ali era o meu habitat, com roupa de borracha e temperatura da água agradável, tinha que fazer o meu melhor e já fui logo me distanciando do pelote! Foram 27 minutos, bom tempo, o 10º da categoria e o 70º do geral. Do lago até a área de transição ainda tinha uns 300 metros de corrida na areia. Coloquei tudo rapidinho e peguei a magrela, tudo em 4 minutos e dei inicio a modalidade mais difícil da prova!

O clima estava perfeito, nublado e aproximadamente 21 graus, mas pela altimetria eu já sabia que o ciclismo seria difícil, mas não tanto. Ao contrário do que muitos vão imaginar, eu não quebrei… Rs! Fiz aproximadamente 40 kms pra media de 36 km/h, quase 1h10 e olha que eu já tinha encarado algumas subidas. Mas nesse momento surgiu uma montanha gigantesca, a maior de todas elas, com quase 7 km, e era apenas a primeira daquele trecho até o final. Estrada Velha, Bandeirantes, Serra de Campos? Moleza! Resumindo, o percurso foi MUITO difícil, com muitas subidas, assim não teve jeito, a média começou a despencar e acabei fechando pra 3h17, ou seja, os 50 kms restantes fiz pra mais de 2 horas (abaixo de 25 km/h). Putz, não faço essa média nem em treino… Rs! No tempo fui o 138º da categoria e o 738º da geral! Afff…Que diferença da água!

No meio do percurso tendo em mente a dificuldade que ainda estava por vir acabei desencanando do tempo e comecei a focar no visual e curtição! Uma coisa eu digo, todo o sofrimento valeu muito a pena, me senti em uma etapa do Tour de France… Rs! O visual era maravilhoso, uma mescla de estrada e cidade, casas de interior e campos esverdeados, nem sei como descrever, além disso, gente torcendo e vibrando o tempo inteiro nos lugares normais e nos mais inusitados que se possa imaginar, famílias inteiras fazendo piquenique no meio da estrada ou até mesmo um churrasco de salsicha em suas casinhas, regado a muita cerveja da boa, simplesmente fantástico e inacreditável! Sem contar que as ruas e estradas estavam totalmente sinalizadas para os atletas e interditadas, ou seja, em nenhum momento tivemos contato com carros e muito menos ônibus e caminhões. E o pelote? Não existe! Cada atleta respeita um ao outro! Postos de hidratação a cada 20 kms e com direito a lugar demarcado pra jogar os squeezes e qualquer lixo. Nunca tinha visto isso numa prova! Putz, como alemão é certinho…! Acho que essas imagens jamais sairão da minha memória. Faltando 5 kms começou uma descida boa, nessa altura do campeonato só pensava em entregar a Bike e começar a correr. Nunca pensei que fosse nem sonhar com isso!

Bike entregue ao staff e sacola da T2 na mão! Só coloquei o tênis, viseira e ainda dei uma passada no banheiro. No total, mais 4 minutinhos. Agora era só curtir o final desse momento tão especial que estava vivendo em minha vida! Eu estava cansado mas ao mesmo tempo inteiro!

Novamente não acreditava no que estava vendo, a cada metro uma surpresa. A corrida passava na avenida principal, em frente ao casino, do lado do teatro e dentro do parque da cidade, ou seja, nos principais pontos turísticos! Foram 4 voltas. Assim como na bike, muita gente torcendo e vibrando durante todo o percurso, tinha até umas torcidas organizadas com bandas, dançarinas etc! Claro que não dá pra comparar, mas nem no IM de Floripa é assim, pois lá a galera fica concentrada só em 1 ou 2 km! A cada posto de hidratação, água, isotônico, coca cola, sal, fruta e gel sem miséria. Ah, tinha também esponja enxarcada com água pra se refrescar e o bendito lugar demarcado pra jogar o lixo… Hahaha!

Faltavam apenas uns 300 m, peguei a última pulseira de cor verde fluorescente e corri para o pórtico de chegada! Estava sentindo uma sensação estranha. Ao mesmo tempo, felicidade por estar terminando e tristeza pois não queria o final da prova. Fechei pra 1h42, exatamente dentro daquilo que havia planejado, média entre 4:40 e 4:50 min/km. Aqui ainda consegui me recuperar um pouco, pelo tempo fui o 64º na categoria e o 355º no geral!

 

Resultado final, 83º na categoria e 430º no geral! Muita história pra contar e uma sensacional experiência adquirida. Se Deus permitir quero repetir a dose novamente em 2012 pois vale muito a pena!

Muito obrigado a todos pela torcida! Valeu Coach Enzo (Bike/Run), Coach Mario (Swim), Van (nutri), parceiros de treino e amigos e família! Sem vocês nada disso teria acontecido! E claro, agradeço a Deus por ter conseguido completar a prova em perfeitas condições e a minha esposa Cinthia e o nosso filho Davi que se comportou e já está se acostumando com o clima das provas…rs!

Beijos e abraços

Marcio e Cinthia

Agora vou curtir as férias, saúde!

Atividades físicas diminuem comportamento agressivo de crianças

Sabemos que a educação física melhora a coordenação das crianças, promove a sociabilidade e as encoraja a um estilo de vida saudável. Praticar esportes também é benéfico para o desenvolvimento cognitivo, emocional e comportamental das crianças.

Agora, uma nova pesquisa comprovou que, além disso, os sentimentos de agressividade diminuem com a prática de atividades físicas e promovem um maior autocontrole e disciplina.

A pesquisa, realizado em Tel Aviv, Israel, acompanhou 649 crianças de baixo nível socioeconômico que participaram de um programa contínuo com variados esportes. O resultado foi positivo, pois a agressividade das crianças que participaram do projeto diminuiu, em geral.

25 escolas participaram do estudo, que durou 24 semanas. Metade das crianças não tinha nenhuma ligação com esportes e a outra metade praticava atividades físicas cinco horas por semana. Os resultados das crianças que praticaram esportes demonstraram uma melhora nas características relacionadas com o autocontrole, auto-observação e capacidade de resolver problemas – o que levou a uma diminuição na incidência de agressão.

A prática de esportes é mais eficaz do que terapias verbais, pois estas incentivam as crianças a controlarem o seu comportamento, mas não reduz emoções negativas. O esporte, entretanto, consegue fazer as crianças reduzirem esses sentimentos.

A pesquisa demonstrou que resposta dos esportes na vida das meninas foi mais fraca se comparado aos seus colegas do sexo masculino. Estatisticamente, a mudança no comportamento delas foi menor. Uma das explicações é que, frequentemente, as meninas não sofrem do mesmo nível de agressividade dos meninos e algumas são menos propensas a apresentarem paixão pelo esporte.

O importante é que as crianças sejam introduzidas em atividades que elas gostam de fazer. Encontrar algo que as motiva faz com que elas se sintam fortemente ligadas a algo e diminui a probabilidade de terem problemas comportamentais.

Fonte: Hypescience

 

Brazil Sports Show.

Sexta pude visitar a Brazil Sports Show com meu amigo Otavio, chegamos cedo e fomos uns dos primeiros a entrar.

Passei pela feira avaliando dois pontos de vista, o do meu amigo Eduardo, que esteve por lá na quinta, em seu horário de almoço e com certa pressa, e do meu, que separei toda a tarde para ela.

O Edu considerou a feira fraquinha e achou que não valia os R$17 que pagou pelo ingresso.

Eu, por outro lado, garimpei alguns stands que me chamaram a atenção e encontrei destinos de viagens interessantíssimas que saem do trivial e aliam passeio, natureza e esporte, corridas diferentes, fora das grandes cidades, incluindo uma que passa perto de um glaciar no fim da patagônia Argentina em El Calafate, e quanto mais possibilidades descubro nos países vizinhos, mais para o fundo da gaveta coloco as maratonas que um dia foram um sonho, como Nova Iorque, vi também a opção de um cruzeiro que atravessa o estreito de Magalhães, uma expedição para subir o kilimanjaro organizada por um cara que também entendia muito sobre o Aconcágua, ouvi uma palestra gratuita, com muitas dicas de uma senhora que já havia percorrido mais de 23mil km por caminhos nacionais e internacionais incluindo Santiago de Compostela várias vezes.

Passei pelo stand do casal que viajou pelo mundo por 3 anos seguidos e comprei o livro, autografado claro, além de bater um papo com eles e perceber que são pessoas comuns como eu ou você e que simplesmente resolveram viver o próprio sonho. É o tipo de livro que serve tanto para nós, quanto para os filhos, que ainda nem tenho, ajuda a escolher destinos e sair do óbvio muitas vezes encrustado.

Conheci de perto modalidades que até então só conhecia por revistas, como o Slackline e Stand Up Paddle. O primeiro é como uma corda bamba, o jeito mais fácil de explicar, onde o praticante no início treina equilíbrio e depois parte para manobras, saltos ou o que a imaginação, o corpo e a gravidade deixarem, o segundo é como um pranchão de surf, e em pé você usa um remo para se locomover, ótimo para lagoas ou dias sem onda no mar.

Vi algumas modalidades olímpicas sem tradição no Brasil, muito menos incentivo, como boxe, levantamento de peso, esgrima, remo e taekwondo, mas que de certa forma só o fato de estarem lá já pode ser considerado um pequeno incentivo, num país onde jogadores de futebol medíocres com suas vidas desregradas são mais valorizados que medalhistas olímpicos, ter um espaço num grande evento talvez comece a semear novos valores por atletas que suam a camisa para representar nosso país.

Mas deixando o protesto de lado, pude rever modelos de bicicletas que tive na infância e outros que meus amigos da rua tinham, mesmo assim a parte de bike e corrida deixaram a desejar, haviam apenas algumas lojas especializadas em corrida, vendendo e demonstrando seus produtos a preços exorbitantes, mas como não pretendia comprar nada, nenhum outro detalhe me chamou a atenção e confesso que acabei passando batido por alguns pontos da feira.

Velocípede de 1861, bem diferente da bicicleta que Da Vinci projetou e que se mantém parecido até hoje, mais de 500 anos depois.

No final das contas a junção de vários eventos num só deixou a feira mais atrativa, independente do objetivo de cada um lá dentro, é um evento para inspirar a praticar novas modalidades, ideias e destinos.

O Otavio e eu saímos da Bienal, depois de 4 horas, com boas impressões, mas concordamos com o Eduardo em um ponto, os R$17 para um pai de família que leva a esposa e o filho adolescente se tornam R$51 e o conhecimento deve ser mais acessível, caso contrário a maioria da população continuará míope e isolada, achando que o Brasil é o país do futebol.

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Estudo e atividade física é combinação perfeita antes do vestibular

Se você pensa que, para ganhar tempo para estudar, pode deixar de lado a malhação, está muito enganado. Alternar uma rotina de estudos com a prática de exercícios ajuda na concentração, na postura e no bem-estar de quem está se preparando para o vestibular. Por isso, o tempo dedicado aos livros deve ser intercalado com atividades físicas, ensina o profissional da área de educação física da ACM Paulo Goia.

A regularidade do exercício também auxilia na redução do estresse “ruim”, aquele que chega a prejudicar o desempenho da pessoa, além de trazer mais disposição, seja para uma leitura, seja na hora de fazer a prova.

Goia, que trabalha na área há 16 anos, lembra que um bom condicionamento físico ajuda até na postura. Pode parecer sem importância, mas na hora de estudar, se a cadeira ou a mesa não forem adequadas, ou o estudante sentar de forma inadequada, a respiração é feita de forma incorreta, o que pode gerar desconforto e até dor de cabeça, o que prejudica o raciocínio – daí a importância da postura.

Júlia Flôres, que começou há três meses a fazer musculação por causa de uma dor nas costas, conseguiu se livrar do desconforto ao mesmo tempo em que ganhou mais vitalidade. Ela sabe bem das vantagens de movimentar o corpo, já que as dores começaram justamente por causa do estresse em função da pressão do vestibular. O exercício, além de resolver a dor que tanto a incomodava, ajuda até na concentração e disposição para ficar em cima dos livros.

São pelo menos sete horas diárias de dedicação aos estudos. Só que os exercícios fizeram toda a diferença: o cansaço e a dor desapareceram e o sono é bem mais tranqüilo. “Dormindo bem, tenho disposição para o dia inteiro”, comemora. A gaúcha de 19 anos diz que deve manter a rotina de malhação mesmo após a aprovação na faculdade de Publicidade e Propaganda. O exercício físico, ao mesmo tempo em que fortalece a musculatura, estimula a circulação sangüínea, combinação que terminou com o sofrimento da vestibulanda.

Além do bem-estar físico que a atividade proporciona, Paulo Goia enumera outras vantagens dos exercícios. “É importante manter contato com outras pessoas, sair da solidão, que é o estudo, e buscar atividades que proporcionem descontração, relaxamento e alívio, algo que faça espairecer e gastar energia”, explica, destacando que não adianta se dedicar a algo que não traga satisfação.

Se o vestibulando não gosta de musculação, por exemplo, deve riscar essa atividade da agenda. A idéia é juntar prazer e exercício e, para isso, há inúmeras opções, como caminhada, bicicleta, natação, dança, entre outros. Para quem está sedentário, é importante uma avaliação física e uma orientação de um profissional da área da Educação Física. O professor destaca ainda a importância da hidratação e da escolha de uma roupa e calçados adequados. O que não pode é ficar parado.

Fonte: Redação Terra

11 de Agosto é dia do estudante.

Secretaria divulga atrativos de Mendoza

Conhecer Mendoza, na Argentina, saindo de São Paulo em um voo sem conexões. Esta é a grande novidade que será divulgada pela Secretaria de Turismo de Mendoza durante a 13ª edição da Adventure Sports Fair. O órgão oficial do governo argentino aproveita a oportunidade para divulgar, em mais uma edição do evento, os atrativos do destino, que se destaca pela qualidade de seus vinhos e pela beleza de suas paisagens.

Ao visitar a Adventure será possível conhecer todos os produtos turísticos oferecidos em Mendoza, província que se estende sobre um vasto território de 148.827 quilômetros quadrados, localizada no centro-oeste da Argentina e aos pés da Cordilheira dos Andes, a mais alta na América.

No local o turista tem contato com a neve, conhece atividades ligadas ao esporte e à produção do vinho, especialmente durante o período da colheita da uva denominado Vendimia, quando acontecem festas tradicionais e eventos folclóricos.

Há de tudo um pouco: cassinos, discotecas, teatros, museus, pubs, uma rica atividade cultural e artística, variadas opções de cozinha internacional e especialidades regionais compõem as opções de diversão e lazer em Mendoza.

Segundo informações da Secretaria de Turismo, tanto na área urbana, quanto nos centros de alta montanha, há equipamentos específicos e complementares para congressos e feiras, o que torna possível combinar trabalho e prazer durante a viagem.
Um grande diferencial é que Mendoza se caracteriza como um convite ao prazer e relaxamento ao oferecer serviços adaptados às necessidades dos turistas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), com destaque para hotéis de luxo e pousadas nas vinhas, casas rurais, SPA e nascentes de água quente.

Mais informações serão apresentadas durante a Adventure no estande da Secretaria de Turismo de Mendoza e no site turismo.mendoza.gov.ar.

Fonte: http://www.adventurefair.com.br/noticia.php?idNoticia=47